domingo, 26 de abril de 2009

Guitar Hero : Van Halen vai sair. AAAAHHHHHH !!

É inacreditável. E aqui eu POSSO USAR SUPERLATIVOS, UHÚUU ! A aguardadíssima, fodástica e estimadíssima versão da banda de Eddie Van Halen FINALMENTE vai alcançar sua versão musical dos games em Guitar Hero : Van Halen !

Assim como as outras edições específicas de GH, tais como Aerosmith e Metallica, a versão da consagrada banda de Hard Rock deve aparecer no final de julho.

A Activision não anunciou o game oficialmente, mas sites norte-americanos já o colocaram na lista de pré-vendas para o dia 28 de julho ! Engraçado esse tipo de spoiler. A softhouse nem anuncia o game, mas o dito cujo sai na lista de jogos a serem lançados em canais de vendas virtuais dos EUA como a EBGames, GameStop, Estarland etc. Ou seja, sem querer a gente descobre que um game tido como rumor será de fato lançado, apesar de nem ainda ter sido anunciado.

Imagina só solar "Eruption" numa versão GH. Ai, ai....ou cantar "Dreams" com os melosos inesquecíveis. Uhú ! Vale lembrar que, por se tratar de uma versão posterior à versão de GH : World Tour, o game será compatível com todos os instrumentos musicais, o que significa ter uma banda completa de um cover de Van Halen. Virtual, é claro, mas melhor é impossível.

Não comprei a versão "Metallica" porque não sou muito fã a ponto de gastar uma boa grana no game. Tem uma ou outra música que gosto, e só. Agora, o repertório de Van Halen é indiscutivelmente mais poderoso, nostálgico e importante do que a pauleira rápida de Metallica.

Esse vale a aquisição. EM JULHO !

Abrátzo

sábado, 11 de abril de 2009

Sony vai investir no Brasil. Família "Playstation" receberá jogos produzidos na Zona Franca de Manaus !

A crise financeira mundial parece estar cada vez mais distante do Brasil. Prova disso é que são poucas as "más" notícias que chegam ao nosso país; o que mais se ouve é a "resistência do Brasil quanto à crise, um exemplo".

É claro que muita coisa piorou por aqui, como o aumento do desemprego e a diminuição do consumo, já que muita gente ficou desconfiada em relação ao crédito (principalmente a longo prazo), que ainda está meio inseguro e instável. No entanto, a bolsa de valores do Brasil (Ibovespa) mostrou índices positivos nas últimas semanas, e houve uma leve diminuição na cotação do dólar, além de um pequeno aumento na geração de empregos formais.

Todo esse contexto do Brasil, se comparado aos países ricos que foram atingidos em massa pela crise, está em boas condições. É um país visado que ganhou notoriedade, dentre outras empresas, pela Sony, que fez um anúncio bombástico de fabricação de games para as plataformas PS2, PS3 e PSP.

Mas não vai ser apenas uma mera "representação oficial", tal qual o Xbox 360, que não tem produção nenhuma aqui no país; a Microsoft do Brasil apenas importa tudo de lá dos EUA (inclusive os jogos), traduz a caixa e o manual para o português e pronto. O preço continua sendo meio exorbitante, diga-se de passagem.

Os jogos para PC, por exemplo, são muito mais baratos e acessíveis. É nesta condição que os jogos fabricados pelas instalações da Sony na Zona Franca de Manaus devem ficar : mais acessíveis, pois o custo de produção será muito menor.

Por enquanto, foram confirmados cerca de 400 a 500 mil títulos para o PS2 e 80 mil para o PS3. O PSP, como utiliza uma mídia física de difícil acesso - o UMD - e não ganhou tanta notoriedade entre os brasileiros, por enquanto não tem um número certo de jogos a serem fabricados, mas haverá, sim, a produção de games para ele, algo que deve ficar em segundo plano pela Sony.

Títulos de peso já foram confirmados numa das primeiras remessas : Lego Batman, Wanted, Batman : Arkham Asylum, F.E.A.R. 2 : Project Origin, Tomb Raider : Underworld, Shellshock 2, Fuel e Terminator : Salvation.

A pirataria deve diminuir consideravelmente com a iniciativa. Vai depender muito de quanto custará cada game, pois todos conhecem o espírito do brasileiro, não é ? Que pertence a todos nós, inclusive eu, você, todo mundo. Jogos custando quase 300 reais chegam a ser risíveis pelo preço e nos encurralam para a única alternativa : aquela mais barata, a dos games piratas.

Se alcançarmos um patamar de 99 reais, a coisa deve melhorar muito e ficar bem mais acessível. Ainda não há preços anunciados. Vamos aguardar.

Abrátzo

terça-feira, 31 de março de 2009

Verdades sobre os games

Eu falo que faz bem à saúde. Sempre disse. Os dados mais recentes, oriundos de pesquisas acerca do bem-estar que os games podem trazer, revelam verdades estarrecedoras :

- Raciocínio. Quem joga games tende a pensar mais rápido. Mais facilidade também para assimilar coisas difíceis e memória boa;

- Visão. Li esses dias no msn notícias : uma pesquisa médica revelou que os jogadores que passam horas a fio na frente da TV podem ter a visão melhor com o tempo. É como se os games "exercitassem" a vista;

- Leitura. Os games foram meu ensino precursor de inglês, e graças a eles sei o que sei hoje;

- História. Muita gente (inclusive eu) aprendeu mitologia com God of War, história com Age of Empires, conspiração com Shadow of Rome etc. Os jogos reproduzem a história com mais veracidade do que o cinema;

- Coordenação motora. É claro que quem joga Guitar Hero não aprende a tocar uma guitarra de verdade, mas melhora, e muito, a coordenação motora e o esmerilhar dos dedos. A mesma tese serve para a bateria de Rock Band ou de Guitar Hero World Tour : mãos e pé trabalhando juntos nos ajudam significativamente a ter uma noção da coisa;

- Emagrecer jogando. Graças ao Wii, o sedentarismo nos games assinou seu atestado de óbito;

- Interatividade e comunicação global. Os games de hoje possuem as últimas tecnologias, que agregam recursos sem fio como wi-fi, bluetooth etc. Além disso, é possível ligar vários dispositivos externos nos consoles, tais como pendrives, headsets e até teclados portáteis. Toda essa interatividade possibilita uma inclusão digital que o jogador nem percebe que está aprendendo.

E muitas, muitas outras coisas. Nem lembro se há malefícios que os games trazem. Violência ? Já virou balela. Vício ? Assunto de bêbado na mesa do bar. Dor na coluna ou na vista ? Nem médico diz mais isso.

Deixam a gente sem grana ? Aí sim, mas por uma boa razão : é divertido demais para economizar.

Abrátzo

segunda-feira, 23 de março de 2009

O desafio de tocar bateria

"Você tem que dividir o cérebro", foi o que sempre ouvi sobre tocar bateria. E constatei que é pura verdade. Não removo um centésimo da veracidade desta fama que a bateria tem. Mas uma coisa é certa : é muito, muito divertido tocar.

Quando comprei o kit completo de Rock Band 2, é claro que o instrumento de estréia foi a bateria. Fui seco ao pote; parecia criança com pirulito na mão no Parque da Mônica. Prejulguei a mim mesmo baseado na experiência de mais de 5 anos que tenho com Guitar Hero, na guitarra-controle, hein ? Guardo todas essas bugigangas e as penduro na parede, se for preciso.

Comecei no PS2 com aquela primeira guitarra, que pegou emprestada a fisionomia de uma Gibson SG. Bonitona, preta, de plástico e de brinquedo, da qual tomei um couro no começo, mas, com o decorrer do tempo, a jogatina incessante e o treinamento, dominei os fret buttons e o strum bar, e hoje posso dizer, seguramente, que "debulho" o game na dificuldade Expert (é claro que algumas músicas são muuuito difíceis e não passo de primeira. Mas sempre dou um jeito de praticar aquele trecho específico em câmera lenta para depois detonar no modo carreira).

Depois veio o "Guitar Hero Aerosmith", que comprei para o Xbox 360. Este trouxe a melhor época da banda de Hard Rock que existe desde os anos 70. Hoje, é claro, esse gênero praticamente nem existe mais; só que o game trouxe as melhores pérolas do Aerosmith e me obrigou a comprar a caixa com a guitarra, uma imponente Gibson Les Paul com o faceplate da banda.

Aí juntei uma grana, quebrei o porquinho e resolvi comprar o Rock Band 2. A guitarra impressiona mais do que todo o restante da banda : uma Fender Stratocaster com revestimento de madeira sintética fez as minhas outras guitarrinhas virarem brinquedinhos de plástico. O microfone é autêntico, assinado pela Logitech, com acabamento em alumínio; a bateria, e eis aqui o desafio disso tudo, também é revestida em alumínio (as colunas que sustentam os tambores, eu digo).

Aí mora o desafio. Pensei : "ah, vou debulhar essa bateria. Vou partir logo pro hard". Pra quê ? Tomei um pau. Sim. Até me questionei se realmente sabia jogar aquilo. A questão é que a divisão do cérebro vem à tona neste momento : há quatro tambores e uma linha horizontal amarela que cruza os quatro comandos. É a representação do bumbo. Tem os 4 tambores + o pedal. E quando as notas passaram voando com a faixa amarela e mais 2 comandos nos tambores ? Me descoordenei todo. Mãos e pé trabalhando juntos, em ritmos diferentes que entram em harmonia. É a famosa divisão. Nada fácil no começo.

Fui obrigado a regredir para o easy. Hoje estou conseguindo tranquilamente no medium e, vez ou outra, arrisco aquelas favoritas no hard. No expert, por enquanto, sem chance.

O bom disso tudo é que me lembrei do martírio que passei para jogar Guitar Hero. Comecei no easy também, e indo mal; depois, com o tempo, dominei o ritmo da coisa. Foram necessários uns bons meses, devo acrescentar. Com a bateria vai ser a mesma coisa - ou talvez mais.

E nem perdi tempo : comecei a fazer aulas de bateria recentemente. E pretendo persistir na empreitada. É o instrumento definitivo. Tem que ser.

Abrátzo !

terça-feira, 17 de março de 2009

Os 10 mandamentos de um gamer

Num momento raríssimo de inspiração súbita, elaborei este tópico com os 10 mandamentos de um verdadeiro gamer. Atenção : é tudo de minha autoria. Não procurei nada no google nem olhei sites de games. Podem verificar.

Os 10 mandamentos :

1- Você dorme cerca de 3 horas por noite. Seu horário de dormir é meia-noite, mas você fica jogando até 3 da manhã para compensar a falta de jogatina durante o dia e acorda que nem um zumbi na manhã seguinte;

2- Você lê o manual, o folheto publicitário que acompanha o game, a caixa e até mesmo as palavras pequenas que se encontram na borda da mídia;

3- Você não usa detonados. Somente em último caso meeeesmo, quando você quer achar aquele pombo escondido no GTA IV;

4- Você faz questão de pegar os 100% em cada jogo. Tudo. Todos os itens, acessórios, roupas, guitarras, poções, armas, personagens, fases, carros etc. Tudinho.

5- Você sempre habilita as legendas nos filminhos;

6- Você gasta mais de 1.000 reais em uma parafernália eletrônica;

7- Você deixa de sair com os amigos só para ficar em casa jogando games ou economizar grana, que depois você vai gastar em games;

8- Você divide, em proporções idênticas, duas paixões na sua vida : o namoro e os games;

9- Você tem um quê sádico inspirado em algum personagem marcante dos games;

10- Você faz isso aqui que fiz agora : escreve (ou já escreveu) de graça, simplesmente por pura paixão e amor, sobre o assunto que mais te fascina : games.


Abrátzo !

quinta-feira, 12 de março de 2009

Boa notícia : Synergex distribuirá Rock Band 2 no Brasil em caráter oficial !

Yes ! Notícias como essa esquentam o ânimo dos aficionados pelos musicais. Não só por isso, mas pelo fato de termos algo dessa magnitude em caráter oficial nas terras tupiniquins a um preço, creio eu, bem mais acessível do que se encontra atualmente através dos importados.

O pacote completo de Rock Band 2 será lançado por aqui no dia 23 de maio, numa parceria entre a Synergex e a Electronic Arts do Brasil. Isso mesmo : guitarra, bateria, microfone e o jogo.

A Synergex é uma empresa canadense que iniciou suas operações de distribuição de jogos no país em 2007. Os games distribuídos por ela, vulgo oficiais, acompanham caixa, manual em português e garantia de 3 meses, além de todo o suporte - via telefone ou e-mail - de um produto oficial.

Os preços são típicos de jogos vendidos em lojas grandes, como Fnac, Submarino, Saraiva, Lojas Americanas, UZ Games etc, ou seja, é algo que faz o escorpião residir no bolso dos brasileiros. No entanto, a condição de pagamento desses lugares permite que o valor seja quebrado em trocentas parcelas sem juros, facilitando consideravelmente as nossas condições.

Nada de preço definido ainda. Saberemos mais quando o dito cujo for lançado. Uhuu !

Abrátzo

domingo, 8 de março de 2009

Momento didático - a questão do "lhe" e do "te" e verbos defectivos

Calma, não se assustem com o título ! Verbos defectivos espantam tanto quanto um alien, mas a verdade é que o conceito é bem tranquilo.

Algumas pessoas me pediram, em comentários no blog (meu caro amigo do Rio, Jorge Pakkii) e scraps no orkut, que eu postasse sobre a questão do "te" e do "lhe". Vamos lá.

Tudo gira em torno da regência do verbo em questão. Regência é aquilo que determina se o verbo pede preposição ou não. Eu sei que ainda está grego, então nada como um exemplo para ilustrar melhor a coisa : vamos pegar o verbo "ajudar" e o verbo "ver". Ambos são transitivos diretos, ou seja, quem ajuda ajuda alguém e quem vê vê alguma coisa (ou alguém também, tanto faz). O verbo "obedecer", por exemplo, é transitivo indireto, isto é, quem obedece obedece a alguém. Mais um exemplo ? Ok, tem o verbo "habituar", ou seja, quem se habitua se habitua a fazer alguma coisa. A.

O artigo "a" funciona como preposição. Ninguém "obedece alguém"; obedecemos a alguém, assim como "ajudamos alguém", e não "ajudamos a alguém". Estamos "vendo alguma coisa", e não "vendo a alguma coisa". Estamos habituados a jogar videogame, e não habituados jogar videogame. Entenderam a questão da regência ? Só é chatinha, não muito difícil. Tem coisa muito pior.

Agora que estamos situados, vamos retomar a questão do "te" e do "lhe". Se quem ajuda ajuda alguém, então todos devemos ajudá-lo (= ajudar ele ou você, logo, ajudá-lo ! Não "ajudar-lhe").
Logo, se quem obedece obedece a alguém, então obedecemos aos nossos pais, e não só obedecemos os nossos pais. Aos. Devemos, pois, obedecer-lhes. Sim, obedecer a eles, obedecer aos nossos pais, e não obedecê-los. Mas sim obedecer-lhes.

Mais exemplos : "Eu o encontrei perdido no mar" (quem encontra encontra alguém, e não a alguém) ; "Não o vejo há anos" (quem vê vê alguma coisa ou alguém, e não a alguma coisa ou a alguém) ; "Olha, preciso lhe dizer que menti" (quem diz diz a alguém, diz alguma coisa a alguém, por isso usamos o "lhe"! Preposição "a", use "lhe"; não há preposição, não há "lhe").

E as formas "eu te amo", "eu te adoro", "eu te disse" ou "eu quero te dar um Playstation 3" ? Estão erradas ? Não, desde que o tratamento esteja na 2ª pessoa, ou seja, TU ! Como nem todo mundo é carioca, se o tratamento for em 3ª pessoa (VOCÊ!), aí sim devemos dizer "eu o amo", "eu o adoro", "eu lhe disse", "eu quero lhe dar um Playstation 3" etc. E por que raios você colocou o "lhe" nas duas últimas frases aí no exemplo ? Oras, porque quem diz diz a alguém, e quem quer dar um Playstation 3 quer dar um Playstation 3 a alguém. Lembraram ?

A forma "eu lhe amo" está errada. "Eu lhe adoro" também. O certo é "eu o amo" e "eu o adoro", assim como "eu a amo" e "eu a adoro". Tanto faz. Achou esquisito, cafona, feio ? Então simplesmente diga "eu amo você" ou "eu adoro você". Pronto ! Certíssimo !

Mudando de pato pra ganso, a questão dos verbos defectivos é bem rápida. São verbos que não têm a 1ª pessoa do singular do presente. O verbo "colorir", por exemplo. Qual o certo : "eu colóro" ou "eu colôro" ? Nenhum dos dois. Não existe a 1ª pessoa do singular para este verbo. Mas lembrem-se : é só no presente. No passado você pode dizer normalmente : "eu colori". Atenção para a 1ª pessoa do futuro. Não está errado dizer "eu colorirei", mas evite. Esse é esquisito mesmo, é um termo em desuso. Prefira "eu vou colorir" ou "irei colorir". É melhor.

Outro exemplo é o verbo "demolir". Ninguém diz "eu demôlo". Haha, é até engraçado. Também é outro verbo defectivo. "Eu demoli" está ok também. "Eu demolirei", assim como "eu colorirei", não está errado, mas igualmente esquisito. Evite. É melhor dizer "eu vou demolir" ou "irei demolir".

Ué, e como faço para dizer esses verbos no presente ? E se eu quiser contar para um amigo que estou colorindo naquele momento ? Simples, diga exatamente isso. "Eu estou colorindo". Pronto. Todo mundo entendeu. "Eu estou demolindo". Certíssimo. Ambos estão no presente e na 1ª pessoa do singular. Voalá ! Este é um dos raros casos em que o gerúndio vem a favor.

Téinkiu !

Abrátzo

quinta-feira, 5 de março de 2009

Rock Band dos Beatles anunciado : 9 de setembro !

Os rumores eram verdadeiros : a Harmonix anunciou, em caráter oficial, a produção de um Rock Band feito exclusivamente com músicas dos Beatles, tal qual o Guitar Hero Aerosmith, que tem faixas apenas da banda de Steven Tyler, e recentemente o Guitar Hero Metallica, que agrega uma boa proporção de músicas consagradas da banda de heavy metal.


Assim como nos títulos anteriores da franquia Rock Band, o jogo dará suporte a todos os instrumentos musicais e não será uma mera expansão, mas sim um jogo absolutamente inédito, que terá mais de 40 canções e contará com o pacote completo dos instrumentos usados pelos músicos à época - John Lennon, George Harrison, Ringo Starr e Paul McCartney.

Os controles em forma de instrumento imitarão os mesmos usados pelos integrantes, e o preço da banda completa (jogo, guitarra, bateria e microfone), ainda segundo a Harmonix, não sairá por menos que 250 dólares. Cada guitarra vendida avulsamente custará 100 dólares, e o game sozinho, assim como qualquer outro lançamento, sairá por 60 doletas.

A previsão dada pela Harmonix e MTV Games é dia 9 de setembro deste ano, data sujeita a alteração. Com essa crise cada vez mais iminente, é natural que atrasos ocorram. Agora, no entanto, é segurar a ansiedade e aguardar. O game sairá apenas para os consoles da nova geração - sim, o play 2 ficará de fora desta vez, ao contrário das edições anteriores de Rock Band (e Guitar Hero), que ainda apareceram para o quase aposentado console da Sony.

Abrátzo

segunda-feira, 2 de março de 2009

"Killzone 2 é uma das esperanças para salvar o PS3", afirma produtor

E não é à toa que a Sony está investindo pesado em franquias exclusivas para o PS3, tanto em conteúdo online como em jogos físicos mesmo. "Killzone 2", anunciado e aguardado desde 2005, finalmente foi lançado, após vários adiamentos, com a promessa de "levantar as vendas do PS3 e motivar os jogadores a comprarem um", segundo o seu produtor, Steven Ter Heide.

Para quem não se lembra, "Killzone" nasceu no PS2 e dividiu a crítica e o público na época. A grosso modo, trata-se de um shooter bem cuidado, que tem todos os quesitos executados com maestria, menos o quesito "inovação". Ele não apresenta nada além de gráficos requintados e uma jogabilidade sólida para um shooter.

"Killzone 2" segue o mesmo padrão, porém, agora se utiliza do potencial do PS3 para exibir o visual, que é de cair o queixo. Além disso, conta com um modo online que permite 32 pessoas se matando simultaneamente, bem parelho com "Call of Duty 4" - só que este permite um número menor de jogadores na mesma sala.

O enredo, que soa bastante clichê, é o máximo que podemos esperar de um shooter com esse peso : você é membro de um esquadrão que enfrenta um exército de seres tão palavrentos e canastrões como você, que profere um extenso vocabulário de palavrões junto a seus parceiros. Vários ambientes podem ser vistos, e a quantidade de coisas acontecendo ao mesmo tempo é imensa - sem derrubar a taxa de quadros por segundo em um momento sequer.

Realmente impressiona, a julgar pelos trailers vistos até agora. Vou deixar um aqui na postagem para se ter uma noção da coisa. E lembrem-se : NÃO é CG ! É tudo em tempo real !


Abrátzo

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Mario Kart fica em primeiro lugar entre os 50 jogos mais influentes da história, diz Guinness

Depois que eu digo que a Nintendo tem uma certa "magia" entre os jogadores, ninguém acredita. Os jogos mais memoráveis são da Big N. E não estou a favor de um lado ou de outro não, pelo contrário : ultimamente ando bem meio "antinintendista", mas o fato é que os personagens da Nintendo sempre figuram em rankings de games importantes.

O livro Guinness, aquele dos Recordes, elaborou um Top 50 dos jogos mais influentes da história. E quem foi eleito em primeiro lugar ? É claro, aquele encanador italiano e bigodudo que inventou o conceito de "pulo" nos games, o Mario. Para quem não sabe, uma curiosidade rápida : o primeiro nome de Mario era "Jumpman" ("homem-pulo", traduzido ao pé da letra), e sua primeira participação em um game foi em "Donkey Kong", pro Nintendinho, e como coadjuvante. Não existia Bowser : o vilão era o macacão que todos conhecemos, hoje um dos protagonistas mais importantes da Nintendo.

Na época, o tal do "Jumpman" fez mais sucesso do que o próprio Donkey Kong, que intitulava o jogo. Ganhou continuação e foi batizado de "Mario", nome que ficará marcado pra sempre na indústria de entretenimento - muito mais do que Sonic, como muitos vão querer comparar.

Voltando ao Top 50, o número 1 não poderia deixar de ser um game do Mario. No entanto, para a surpresa de todos, não se trata do jogo de aventura que consagrou o encanador, mas sim aquele de corrida, também muito marcante, o "Super Mario Kart", do SNES.

Ok, tá certo que ele construiu uma geração e influenciou trocentos clones posteriores, mas é de se estranhar uma primeira colocação. A magnitude de "Tetris" ou "Pong", por exemplo, é muito maior. "Tetris", aliás, ficou em segundo lugar, seguido de "GTA" e "Super Mario World".

"Halo", "Street Fighter" e "Metal Gear Solid" também figuram entre os jogos mais importantes da história. Esses rankings sempre são polêmicos e controversos, parece que é proposital. Vou colocar a lista aqui pra todo mundo analisar :

1. Super Mario Kart
2. Tetris
3. Grand Theft Auto
4. Super Mario World
5. Zelda Ocarina of Time
6. Halo
7. Resident Evil IV
8. Final Fantasy XII
9. Street Fighter II
10. GoldenEye
11. Super Mario 64
12. Tomb Raider
13. Metal Gear Solid
14. Call of Duty 4
15. Sonic the Hedgehog 2
16. GTA San Andreas
17. Super Mario Bros
18. Zelda: A Link to the Past
19. Gran Turismo
20. Final Fantasy VII
21. Pro Evolution Soccer 4
22. The Orange Box
23. Lego Star Wars Complete Saga
24. Tekken 2
25. Wii Sports
26. Pokemon Red/Blue
27. Guitar Hero
28. Project Gotham Racing 4
29. Super Mario Galaxy
30. Resident Evil
31. Ico
32. Chrono Trigger
33. Gunstar Heroes
34. Soul Calibur
35. Advance Wars
36. Ridge Racer
37. Super Metroid
38. Castlevania: Symphony of the Night
39. GTA Vice City
40. BioShock
41. Star Wars: Knights of the Old Republic
42. The Legend of Zelda: Link's Awakening
43. God of War
44. Sega Rally Championship
45. Starfox 64
46. Elder Scrolls IV: Oblivion
47. WarioWare Inc
48. Saturn Bomberman
49. Crash Bandicoot
50. Outrun 2


Aêe God of War está na lista ! Bioshock também ! Até Crash Bandicoot está aí no meio, hehe..

Abrátzo

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Lançamento do PSP, Play 2 e Play 3 anunciado pela Sony na América Latina. Adivinha quem ficou de fora? Brasil, é claro!

Mas essa é de emputecer qualquer um. Nem precisa ser gamer. Minha primeira reação foi um "grrrrrRRRR" e uma raiva da Sony of America, além do brasilzão, que tem parcela de culpa no rolo.

O fato é que a Sony da América do Sul anunciou, nesta sexta-feira, o lançamento da família Playstation em 13 países : Argentina, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Peru e Venezuela.

E a Sony nem se deu ao trabalho de explicar nada. Na fonte em que li esta notícia, tudo o que disseram é que o Brasil estaria numa terceira etapa do processo de entrada no mercado latino-americano, explicada pela própria Sony numa conferência em novembro do ano passado. A relação de países desta última etapa incluiria também o Paraguai e o Uruguai.

Parece que um tal de Ian Jackson, que é vice-presidente do setor de vendas da Sony, estava presente na conferência e disse que o Brasil é "provavelmente a maior oportunidade para o lançamento da família Playstation, que deverá acontecer entre março e maio de 2009". Desculpe, mas eu duvido. Não do nosso potencial, mas das palavras dele. O Brasil sempre fica por último, e com os games não é diferente. Pelo contrário : chega a ser pior. E não digo isso criticando o país, muito pelo contrário : os outros é que não conhecem o nosso potencial. Lógico que muita coisa por aqui continua imatura, mas um esforçozinho dos fodões lá de fora para enxergar a energia presente aqui não custaria nada.

Vale lembrar que o lançamento da família Playstation nestes países agregará também o serviço online oficial da Sony, o "Playstation Network", que trará conteúdo local para baixar - gratuito ou pago - e acesso às partidas multiplayer, numa rede que já conta com 17 milhões de usuários registrados no mundo e não cobra anuidade, ao contrário do principal concorrente, o Xbox 360, que cobra 50 doletas por ano.

Nada de preços por enquanto. Vamos aguardar mais anúncios nos próximos meses, mas não estou muito esperançoso não. Nem o play 1 foi lançado por aqui. Nunca. Parece até brincadeira.

Quaisquer novidades sobre esse assunto, eu aviso pelo blog.

Abrátzo

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

The Sims 3 atrasa no mundo e no Brasil. Por aqui, somente a partir de 5 de junho

Essa crise tá colocando lenha na fogueira. Já postei anteriormente sobre diversos cortes que atingiram várias fábricas e softhouses de games, mas agora a coisa deve apaziguar um pouco. As palavras de Obama, "o começo do fim da crise", devem ter fundamento, pois um plano econômico avaliado em 787 bilhões de dólares foi aprovado pelo Senado norte-americano nesta terça-feira. É uma injeção de grana que vai socorrer a economia, dentre outros recursos mais políticos que não manjo tanto.

O fato é que rumores acerca de The Sims 3, o jogo mais vendido do planeta, se tornaram verídicos : ele realmente sofreu atraso e será lançado somente no dia 5 de junho, para a frustração dos ansiosos e aficionados pelo simulador de vida. Ouvi dizer que a crise, que atingiu em cheio os lucros da EA em seu ano fiscal, causou o atraso, dentre outros motivos. Até então, a previsão era 20 de fevereiro, em escala mundial. No site da loja em que trabalhei, quase todo dia saía pré-venda, inclusive da edição de colecionador. É bom que os clientes estejam bem cientes deste anúncio, senão é bucha na certa. Muitas buchas.

Will Wright, o mentor por trás da obra, prometeu milhares de possibilidades de criação, desde traços físicos até personalidade. A interação será muito maior : os Sims irão para as cidades conhecer outros Sims, tudo num ambiente online - e filmado ! Exatamente : dá pra filmar tudo e exibir o conteúdo online. Além disso, poderemos criar Sims com destinos e planejamentos reais de vida, que será muito mais duradoura do que nos antecessores.

Lembro que The Sims 2 e suas expansões viviam no Top 20 dos mais vendidos com o selinho de "100 milhões de cópias vendidas pelo mundo". The Sims 3, creio eu, vai passar dos 200 milhões. Crianças de 5 anos e velhinhas de 75 conseguem jogar. É impressionante o poder de impacto nas massas : o público-alvo é praticamente a face da Terra.

E o ambicioso Will Wright quer mais. Quem vai dominar o mundo : Google ou The Sims ?


Abrátzo