quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Mario Kart fica em primeiro lugar entre os 50 jogos mais influentes da história, diz Guinness

Depois que eu digo que a Nintendo tem uma certa "magia" entre os jogadores, ninguém acredita. Os jogos mais memoráveis são da Big N. E não estou a favor de um lado ou de outro não, pelo contrário : ultimamente ando bem meio "antinintendista", mas o fato é que os personagens da Nintendo sempre figuram em rankings de games importantes.

O livro Guinness, aquele dos Recordes, elaborou um Top 50 dos jogos mais influentes da história. E quem foi eleito em primeiro lugar ? É claro, aquele encanador italiano e bigodudo que inventou o conceito de "pulo" nos games, o Mario. Para quem não sabe, uma curiosidade rápida : o primeiro nome de Mario era "Jumpman" ("homem-pulo", traduzido ao pé da letra), e sua primeira participação em um game foi em "Donkey Kong", pro Nintendinho, e como coadjuvante. Não existia Bowser : o vilão era o macacão que todos conhecemos, hoje um dos protagonistas mais importantes da Nintendo.

Na época, o tal do "Jumpman" fez mais sucesso do que o próprio Donkey Kong, que intitulava o jogo. Ganhou continuação e foi batizado de "Mario", nome que ficará marcado pra sempre na indústria de entretenimento - muito mais do que Sonic, como muitos vão querer comparar.

Voltando ao Top 50, o número 1 não poderia deixar de ser um game do Mario. No entanto, para a surpresa de todos, não se trata do jogo de aventura que consagrou o encanador, mas sim aquele de corrida, também muito marcante, o "Super Mario Kart", do SNES.

Ok, tá certo que ele construiu uma geração e influenciou trocentos clones posteriores, mas é de se estranhar uma primeira colocação. A magnitude de "Tetris" ou "Pong", por exemplo, é muito maior. "Tetris", aliás, ficou em segundo lugar, seguido de "GTA" e "Super Mario World".

"Halo", "Street Fighter" e "Metal Gear Solid" também figuram entre os jogos mais importantes da história. Esses rankings sempre são polêmicos e controversos, parece que é proposital. Vou colocar a lista aqui pra todo mundo analisar :

1. Super Mario Kart
2. Tetris
3. Grand Theft Auto
4. Super Mario World
5. Zelda Ocarina of Time
6. Halo
7. Resident Evil IV
8. Final Fantasy XII
9. Street Fighter II
10. GoldenEye
11. Super Mario 64
12. Tomb Raider
13. Metal Gear Solid
14. Call of Duty 4
15. Sonic the Hedgehog 2
16. GTA San Andreas
17. Super Mario Bros
18. Zelda: A Link to the Past
19. Gran Turismo
20. Final Fantasy VII
21. Pro Evolution Soccer 4
22. The Orange Box
23. Lego Star Wars Complete Saga
24. Tekken 2
25. Wii Sports
26. Pokemon Red/Blue
27. Guitar Hero
28. Project Gotham Racing 4
29. Super Mario Galaxy
30. Resident Evil
31. Ico
32. Chrono Trigger
33. Gunstar Heroes
34. Soul Calibur
35. Advance Wars
36. Ridge Racer
37. Super Metroid
38. Castlevania: Symphony of the Night
39. GTA Vice City
40. BioShock
41. Star Wars: Knights of the Old Republic
42. The Legend of Zelda: Link's Awakening
43. God of War
44. Sega Rally Championship
45. Starfox 64
46. Elder Scrolls IV: Oblivion
47. WarioWare Inc
48. Saturn Bomberman
49. Crash Bandicoot
50. Outrun 2


Aêe God of War está na lista ! Bioshock também ! Até Crash Bandicoot está aí no meio, hehe..

Abrátzo

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Lançamento do PSP, Play 2 e Play 3 anunciado pela Sony na América Latina. Adivinha quem ficou de fora? Brasil, é claro!

Mas essa é de emputecer qualquer um. Nem precisa ser gamer. Minha primeira reação foi um "grrrrrRRRR" e uma raiva da Sony of America, além do brasilzão, que tem parcela de culpa no rolo.

O fato é que a Sony da América do Sul anunciou, nesta sexta-feira, o lançamento da família Playstation em 13 países : Argentina, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Peru e Venezuela.

E a Sony nem se deu ao trabalho de explicar nada. Na fonte em que li esta notícia, tudo o que disseram é que o Brasil estaria numa terceira etapa do processo de entrada no mercado latino-americano, explicada pela própria Sony numa conferência em novembro do ano passado. A relação de países desta última etapa incluiria também o Paraguai e o Uruguai.

Parece que um tal de Ian Jackson, que é vice-presidente do setor de vendas da Sony, estava presente na conferência e disse que o Brasil é "provavelmente a maior oportunidade para o lançamento da família Playstation, que deverá acontecer entre março e maio de 2009". Desculpe, mas eu duvido. Não do nosso potencial, mas das palavras dele. O Brasil sempre fica por último, e com os games não é diferente. Pelo contrário : chega a ser pior. E não digo isso criticando o país, muito pelo contrário : os outros é que não conhecem o nosso potencial. Lógico que muita coisa por aqui continua imatura, mas um esforçozinho dos fodões lá de fora para enxergar a energia presente aqui não custaria nada.

Vale lembrar que o lançamento da família Playstation nestes países agregará também o serviço online oficial da Sony, o "Playstation Network", que trará conteúdo local para baixar - gratuito ou pago - e acesso às partidas multiplayer, numa rede que já conta com 17 milhões de usuários registrados no mundo e não cobra anuidade, ao contrário do principal concorrente, o Xbox 360, que cobra 50 doletas por ano.

Nada de preços por enquanto. Vamos aguardar mais anúncios nos próximos meses, mas não estou muito esperançoso não. Nem o play 1 foi lançado por aqui. Nunca. Parece até brincadeira.

Quaisquer novidades sobre esse assunto, eu aviso pelo blog.

Abrátzo

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

The Sims 3 atrasa no mundo e no Brasil. Por aqui, somente a partir de 5 de junho

Essa crise tá colocando lenha na fogueira. Já postei anteriormente sobre diversos cortes que atingiram várias fábricas e softhouses de games, mas agora a coisa deve apaziguar um pouco. As palavras de Obama, "o começo do fim da crise", devem ter fundamento, pois um plano econômico avaliado em 787 bilhões de dólares foi aprovado pelo Senado norte-americano nesta terça-feira. É uma injeção de grana que vai socorrer a economia, dentre outros recursos mais políticos que não manjo tanto.

O fato é que rumores acerca de The Sims 3, o jogo mais vendido do planeta, se tornaram verídicos : ele realmente sofreu atraso e será lançado somente no dia 5 de junho, para a frustração dos ansiosos e aficionados pelo simulador de vida. Ouvi dizer que a crise, que atingiu em cheio os lucros da EA em seu ano fiscal, causou o atraso, dentre outros motivos. Até então, a previsão era 20 de fevereiro, em escala mundial. No site da loja em que trabalhei, quase todo dia saía pré-venda, inclusive da edição de colecionador. É bom que os clientes estejam bem cientes deste anúncio, senão é bucha na certa. Muitas buchas.

Will Wright, o mentor por trás da obra, prometeu milhares de possibilidades de criação, desde traços físicos até personalidade. A interação será muito maior : os Sims irão para as cidades conhecer outros Sims, tudo num ambiente online - e filmado ! Exatamente : dá pra filmar tudo e exibir o conteúdo online. Além disso, poderemos criar Sims com destinos e planejamentos reais de vida, que será muito mais duradoura do que nos antecessores.

Lembro que The Sims 2 e suas expansões viviam no Top 20 dos mais vendidos com o selinho de "100 milhões de cópias vendidas pelo mundo". The Sims 3, creio eu, vai passar dos 200 milhões. Crianças de 5 anos e velhinhas de 75 conseguem jogar. É impressionante o poder de impacto nas massas : o público-alvo é praticamente a face da Terra.

E o ambicioso Will Wright quer mais. Quem vai dominar o mundo : Google ou The Sims ?


Abrátzo

sábado, 14 de fevereiro de 2009

"The Lost and Damned", expansão do GTA IV exclusiva pro 360, chega no próximo dia 17

Os microsoftistas que adoram se alfinetar com os usuários do Playstation 3 podem se gabar à vontade : a partir do dia 17 de fevereiro de 2009 estará disponível na Live, sob download pago, a primeira expansão do game do ano de 2008, GTA IV. Exclusiva para o 360, meus caros. Quem tem PS3 vai ficar de fora.

Mas a Rockstar não produziu este pacote porque gosta do Tio Bill não : vale lembrar que a Microsoft pagou 20 milhões de dólares pela exclusividade. Depois de muitos adiamentos e rumores sobre um possível cancelamento desta expansão - ouvi dizer que a Rockstar estava produzindo somente pelo dinheiro, como se fosse obrigada a fazer aquilo -, chegou-se a um veredicto e já está tudo pronto.

O enredo mostrará uma nova faceta da Liberty City que conhecemos. Nada de Niko Bellic; desta vez, o protagonista, Johnny Klebitz, é um membro de uma gangue de motoqueiros batizada de "The Lost", que faz referência ao título da expansão.

A Rockstar prometeu longevidade e disse que a história será "muito centrada no novo personagem, que é bem diferente de Niko".

Bem, levando-se em consideração a competência de GTA IV, é certo que "The Lost and Damned" tem tudo para ser uma ótima extensão do original. Para jogar é necessário ter o GTA IV e desembolsar 1.600 MS Points. Disponível a partir do dia 17 de fevereiro na Live.

Fiquem com o trailer do game :

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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Volta, Kratos ! Em God of War 3, o espartano poderá guiar inimigos gigantes

A notícia veio da revista norte-americana GameInformer, na última edição. Pelo que fiquei sabendo, o anti-herói Kratos, queridíssimo pelos fãs da série God of War e também por entusiastas do gênero, poderá montar em inimigos gigantes e comandá-los.

Deve ser algo tão épico quanto os dois primeiros episódios da franquia, que é exclusiva da Sony. Obrigado aos estúdios Santa Monica por algo tão competente e audacioso. Um exemplo é o Ciclope, que pode ser derrotado de duas formas : usando as inesquecíveis sequências de ação que marcaram a série (aquelas em que apertamos os comandos consecutivamente para desencadear os movimentos brutais de Kratos) ou enforcando o bicho com as correntes "Blade of Chaos", fazendo com que o gigante acerte os inimigos que estiverem por perto. Algo colossal de se imaginar. E também ambicioso.

Outra melhoria em relação aos dois games anteriores está na quantidade de inimigos na tela, que desta vez ultrapassa de 50. Nos outros, por exemplo, não víamos mais do que 15 oponentes diante de Kratos. A IA vai ser consideravelmente melhor : os inimigos não vêm pra cima a esmo, simplesmente para bater em Kratos; eles bolam estratégias para encruzilhar o espartano. Existirá uma espécie de líder destes inimigos em cada tela, e este será responsável pela elaboração das táticas contra Kratos.

Por falar em líder, a quantidade de chefes de fase estará maior do que em God of War 1, mas menor em relação ao segundo. Uma pena. Para compensar, veja o anúncio que deixa qualquer fã pasmo (nem precisa ser fã) : a Sony garantiu um confronto contra Hades, o deus grego do inferno (ou do mundo dos mortos, como prefiram).

Nada de data de lançamento definida, pra variar. Mas já podem ir apertando os cintos : God of War 3 será uma experiência tão única quanto os dois primeiros foram. Desse eu não duvido.


Abrátzo

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Momento didático - emprego da vírgula nos trechos que sempre geram dúvidas

"Tem vírgula antes disso aqui ou nem?"; "Nome de alguém leva vírgula antes?"; "Aqui não tem vírgula mesmo, não é ? Só dá uma conferidinha rápida pra mim". Sem problemas, até porque se trata de uma frase que comumente traz à tona aquela interrogação, que salta da nossa testa. O pior é quando o uso da vírgula é facultativo; o leitor (que pode ser seu chefe, professor, supervisor etc) pode considerar errado algo que está certo pelo uso ou não da vírgula. Vamos aos trechos mais temerosos.

- A vírgula deve ser evitada antes da conjunção aditiva "e", isso é fato. Mas ela pode ser utilizada, sim, antes do "e" em alguns casos, como, por exemplo, valor adversativo. Na prática, é assim : "Ele foi ao cinema, e não gostou do filme". O "e" poderia ser substituído por "mas", percebem ? "Ele foi ao cinema, mas não gostou do filme". Neste caso, a vírgula pode ser colocada antes do "e".
Mais um exemplo para ilustrar melhor : "Já tenho mil reais, e (= mas) o preço do kit completo de Rock Band 2 ainda não diminuiu".

- Quando os sujeitos são diferentes, devemos usar a vírgula antes do conectivo "e" para ligar as orações. Calma que vou exemplificar para ficar menos grego : "A crise está eminente, e o mercado de games continua crescendo". Vejam : o primeiro sujeito é "crise". Depois, falei do "mercado de games", que é o outro sujeito. Quando há esta mudança de sujeito numa mesma oração, devemos usar a vírgula antes do "e". Se eu dissesse que "a crise está eminente e vai deixar muitos resquícios", aí sim, sem vírgula, porque desde o começo falei da crise sem mudar de sujeito.

- Nada de vírgula antes do conectivo "ou". Sob nenhuma hipótese. "A situação vai melhorar ou o mundo vai acabar". "Ou você estuda ou joga menos videogame". "Tudo vai ficar bem ou não". Nada de "tudo vai ficar bem, OU não". É sempre sem vírgula antes de "ou".

- Regra antiga, mas a gente sempre esquece : vocativo pede vírgula, rapaz ! Sempre que usarmos qualquer termo de chamamento, QUALQUER UM, devemos colocar a vírgula. Geralmente esquecemos quando usamos expressões diferentes para chamar alguém, e não necessariamente o nome. Exemplos : "vocativo pede vírgula, rapaz!". "Rapaz" foi o termo de chamamento, logo, pede vírgula ! Outros : "Você gostou do filme, cara?". "Ei, senhor, cuidado com a poça d'água!". "Não me julgue por ser um gamer, querida, é o meu hobbie". "E aí, Pedrão ! Tudo certo?".

- Oração explicativa deve ficar entre vírgulas, assim como oração restritiva. Vou exemplificar cada uma, respectivamente : "Esse joguinhos novos, que são muito violentos, fazem o maior sucesso". Eu poderia perfeitamente escrever somente que "esses joguinhos novos fazem o maior sucesso", mas coloquei um complemento explicativo ("que são muito violentos"), que deve ficar entre vírgulas.

O mesmo funciona para oração restritiva. Veja a importância da vírgula em duas frases iguais :
"Os desenvolvedores, que estão mais criativos, também sentem o peso da crise".
"Os desenvolvedores que estão mais criativos também sentem o peso da crise".
As duas frases estão corretas. Contudo, elas têm sentidos diferentes : na primeira, eu quis dizer que TODOS os desenvolvedores estão mais criativos e sentem o peso da crise.
Na segunda, minha intenção foi restringir que SOMENTE os desenvolvedores mais criativos também sentem o peso da crise. Ou seja : a ausência da vírgula, neste caso, restringe a oração. Se quiser generalizar (sem restrição), é só deixar entre vírgulas. Portanto, cuidado com o que você quer dizer !

- Para finalizar a postagem, os casos facultativos do uso da vírgula : antes de conjunção causal, temporal, concessiva, condicional, final e conformativa.
"Ele conseguiu terminar Oblivion, porque sempre se dedicou ao jogo." (oração causal. A vírgula antes de "porque" é opcional);
"Ele conseguiu terminar Oblivion, embora nunca tenha se dedicado ao jogo." (oração concessiva. A vírgula antes de "embora" é opcional);
"Ele só terminará Oblivion, caso se dedique mais ao jogo." (oração condicional. A vírgula antes de "caso" é opcional);
"Ele conseguiu terminar o jogo, conforme minha orientação." (oração conformativa. A vírgula antes de "conforme" é opcional);
"Ele tem se dedicado muito, para que consiga / a fim de que consiga terminar Oblivion." (oração final. A vírgula antes de "para que" ou "a fim de que" é opcional).
"Ela só vai gostar de você, quando você deixar de ser tímido." (oração temporal. A vírgula antes de "quando" é opcional).

Ufa ! Depois tem mais. Obrigado para quem leu até aqui.

Abrátzo

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

E começam as controvérsias! Resident Evil 5 levou nota máxima em sua primeira análise mundial

Acho que os caras da Capcom já podem tirar um arpão de peso das costas. Parcialmente. O que justifica esse alívio na consciência dos japas é a nota máxima que o nosso aguardado RE 5 levou na revista oficial do Playstation nos EUA.

Os redatores da OPM (Official Playstation Magazine) tiveram o privilégio de jogar a versão completa do game antes mesmo do lançamento ocidental, que será no dia 13 de março deste ano (os japoneses irão usufruir do terror no dia 5 de março).

E não é que o dito cujo tirou 5 de 5 ? Os norte-americanos disseram que a jogabilidade está variada e coloca o protagonista diante de várias situações surpreendentes, tal qual em RE 4. O modo cooperativo - que eu mesmo vinha criticando desde o anúncio, pois foge do conceito da série RE - está aprovadíssimo pelo avaliador, que declarou ser "o tipo de experiência que você deve ter com um amigo".

Acho que estou um pouco mais otimista. Mas ainda não sei...a demo me deixou meio "cabrera". Quero testar a versão completa para ver se melhoraram os aspectos que eu havia criticado. Eu e muitos.

Abrátzo

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Com vocês, Madworld, o jogo mais violento do Wii

Ah, tive que postar sobre esse jogo por causa do trailer que achei. É sensacional. Melhor ainda é o ritmo visceral do game, que jorra sangue à vontade e mostra que nem só de Mario vive o Wii. Este aqui é um título bastante violento.

Madworld, em produção desde o surgimento do Wii, apresenta características únicas no meio de toda essa sanguinolência : o visual, meio cartunesco (em cell-shading), é monocromático, isto é, a única cor viva e sóbria é a cor vermelha, aquela que sai dos membros dilacerados dos inimigos. Aliás, despedaçar é o mote do game : o personagem (ainda não me arrisco a chamar de "herói") tem uma motoserra embutida no braço direito, e usa a traquitana para desmembrar corpos pela metade, arrancar as pernas e usar o resto do corpo para arremessos, enfiar a serra na cabeça dos inimigos e depois jogá-los no abismo etc.

Só que a ação é bem cômica, nada que utilize a violência para beirar o absurdo. É um ritmo frenético que envolve um enredo ainda desconhecido, mas a Sega, velha de guerra responsável pelo game, se limitou a dizer que "ele não está ali à toa simplesmente matando todo mundo".

É esperar pra ver. O game será lançado com exclusividade para Wii em algum momento de 2009. Fiquem com esse trailer, que quase faz o seu monitor aí sangrar :


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